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Festival Sol da Caparica revela primeiros nomes e mantém…

Festival Sol da Caparica revela primeiros nomes e mantém aposta na língua portuguesa
A terceira edição do festival Sol da Caparica, em Almada, vai decorrer de 11 a 14 de agosto, e hoje foram conhecidos os primeiros nomes do cartaz, que continua a apostar na língua e música portuguesa.

Rui Veloso, The Gift, C4 Pedro, Ana Moura, O Rappa, Orelha Negra e Mundo Segundo & Sam the Kid são os primeiros nomes revelados pela organização do evento, que, na edição do ano passado, juntou mais de 70 mil pessoas.

“É um cartaz que garante qualidade, pois são artistas que lançaram discos novos e que as pessoas querem ver. Mantemos a aposta na língua portuguesa, porque é uma garantia de sucesso”, disse à Lusa António Miguel Guimarães, da organização.

O responsável disse que o festival, que vai decorrer no parque urbano da Costa de Caparica, em Almada, é um projeto para continuar.

“O festival está para ficar. Sabemos que o parque urbano tem um limite de capacidade e não queremos crescer de forma indefinida. Queremos é melhorar as condições e fazer um festival cada vez melhor”, explicou.

No dia de hoje foi colocado à venda um ‘pack’ limitado, que, além do bilhete para os quatro dias do festival, inclui algumas ofertas, entre as quais um CD de Tim ao vivo no Sol da Caparica, gravado no ano passado.

“Este festival, além da música, vai ter também surf, arte urbana e outras iniciativas. Os restantes artistas que ainda vamos anunciar mantêm a mesma tónica de terem trabalhos novos e estarem no seu auge”, afirmou.

Diário Digital com Lusa

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Polícia Marítima promove – Cidadania Marítima com crianças do…

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Um grupo de 32 crianças do Independente Futebol Clube Torrense, acompanhadas por 5 professores, visitou na sexta-feira, dia 1 de Abril, a extensão da Costa da Caparica do Comando-local da Polícia Marítima de Lisboa onde, para além da visita às instalações, receberam uma palestra no âmbito do Programa «Cidadania Marítima».

Depois da palestra, que pretendeu sensibilizar as crianças para os conceitos de cidadania e segurança no mar, o grupo teve oportunidade de um contacto direto com os meios que se encontravam expostos no exterior do edifício e na garagem, nomeadamente uma viatura TT, uma Moto-4, uma viatura Rhyno, uma mota de água e um bote.

Fonte: Policia Maritima

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Vemo-nos na Costa da Caparica

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Memórias da Caparica: um postal ilustrado que junta o presente e o passado.

Manhã de sol de 12 de Novembro de 2013. Sento-me no areal dourado, ironia das ironias, da praia do Dragão Vermelho. A praia do Dragão Vermelho, na Costa da Caparica, é parte da minha vida, qual tatuagem, quase como uma segunda pele. Estico as pernas e escrevo. Escrevo porque tenho receio de não estar a escrever quando ouvir o apito final do comboio para a derradeira viagem. Olho, penso e escrevo. Por isso permitam-me que vos mostre um dos postais ilustrados das praias da Costa da Caparica

Duas senhoras balzaquianas passeiam pela praia com as suas roupas fluorescentes, em fibra polar, coladas ao corpo. Conversam, julgo eu, num idioma eslavo. No praia-mar junto ao calçadão, e com água pelos tornozelos, um pescador lança o anzol da sua cana de pesca para lá longe no horizonte. De passos lentos, caminhando pela areia que se acumulou no alcatrão do calçadão, passam por mim pessoas com alguma idade e outras nem tanto, falando entusiasticamente sobre futebol. Três surfistas vestem o seu fato isolante de neopreno, colocam cera nas suas pranchas de surf, calçam os “bicos de pato” e entram na água. Mais tarde vê-los-ei entrar pelo mar adentro, desafiando o vento e cavalgarem ondas apelativas cheias de espuma branca com sabor a sal.

Por trás de mim e ainda no areal, meia dúzia de pescadores consertam redes, à ravessa dos seus barcos de pesca chamados arte de xávega. Discutem entre si sobre quem é o mais hábil a safar “pandas” (pequenas pranchas de cortiças rectangulares e flutuadoras das redes de pesca da arte). O sol brilha. Mas está frio. O céu está limpo, isento de manchas brancas, o que nos permite ver ao longe, com boa visibilidade, a serra de Sintra e o seu Palácio da Pena. Aos seus pés Lisboa estende-se para lá da linha de Cascais.

Passa por mim um casal de ciclistas, pedalando juras de amor eterno. Um grupo de atletas de fim-de-semana passa também nos seus fatos de treino de fibra polar, caminhando, passeando, namorando e combinando entre eles e elas lanches para as cinco da tarde. Não necessariamente por esta ordem. Olho para a direita e vejo a praia do Paraíso, onde já não se encontra lá, na sua esquina, a tão famigerada bola da Nivea da minha infância. Quem não se lembra dela, na praia do Paraíso, onde marcávamos encontros para um jogo de bola na praia? Ou outros desencontros?

Ainda agora parece que vejo e oiço o senhor Daniel dos bolos, (paz à sua alma), arrastando pelas areias macias do Verão o seu imaculado carro de mão todo branco, apregoando pelo areal “Olha a bela da bola de berlim! Há com e sem creme!” Lembram-se? E da cabine de som, onde se ouviam músicas da rádio debitadas pelos seus altifalantes ao longo das praias e onde, volta e meia, se apregoava pelo areal que se encontrava junto à cabine de som uma criança perdida? E os anúncios publicitários dos restaurantes 400, Porto de Abrigo e Restaurante O Bento, com os pregões dos menus do dia? Bons tempos? Talvez. Mas quem faz os tempos são as pessoas.

Olho para a esquerda e o sol brilha com tanta intensidade que me ofusca a visibilidade e a visão em direção à Fonte da Telha. Já não se vê o comboio do Transpraia nem a sua linha ferro-carril que levava os banhistas para as praias mais a sul. Assim como a tribo dos banhistas foi extinta para dar lugar à tribo dos turistas. Os bares modernos em toda a correnteza da praia estão encerrados. Talvez para férias.

Antigamente eram mais coloridos, assim como todas as casas de praia que dantes aqui havia, romanticamente construídas em madeira e pintadas em tons pastel art deco, plantadas paralelamente ao mar. Serviam de casas de praia para as gentes da cidade. Na altura era muito chique ter uma casa de praia (acho que hoje ainda é).

Ao meu lado vejo postes de iluminação que vão ficando corroídos pelo salitre que circula no ar vindo do mar. Dizem que é o iodo do mar. Eu, apaixonadamente, apelido este ar de maresia. Poético? Talvez. Mas a maresia do mar da Caparica, meus amigos, é um poema para os nossos sentidos.

A meia dúzia de passos há barcos da arte de xávega deitados no areal, com a quilha para cima, tomando banhos de sol. Ao seu lado, dormitando na modorra, tractores com caixotes vazios de pescado, bocejam por entre os oleados coloridos que os cobrem. Têm nomes sentimentais, os barcos. A mar a Costa,Canope, Amor de mãe, Isilda Felisbela. Desperto deste torpor ao som de passadas vigorosas de atletas a sério, de cronómetros no braço e outrosgadgets estranhos. Os seus óculos escuros, com design aerodinâmico, parecem daqueles esquiadores nórdicos saídos de uma competição de cross country em esqui. Acabo a escrita. Vou à vila beber um café. Lá longe, no mar, o troar das vagas de sudoeste traz-me ao presente. Volto a casa ou estarei em casa? Passo ainda pelos espartanos bancos de betão brancos, que se encontram no calçadão, onde Tarzans fazem flexões e abdominais. Passo de saída pelo lugar onde dantes se comiam as melhores farturas das e nas praias da Caparica: Delícias da Praia, um acolhedor estabelecimento que aqui havia a meio da praia. Já não existe.

As praias mudam e nós temos de mudar com elas. Às vezes, em viagem, procuramos coisas diferentes e encontramos coisas parecidas. Por vezes basta o passado como fio condutor de uma viagem. Às vezes parece uma boa desculpa para voltar a esse lugar inocente chamado passado. O passado é um bom lugar para se visitar. Mas não é um bom lugar para se lá ficar.

p.s. Como alguém uma vez disse: “A mim o que me acalma não é água com açúcar. É água com sal.” Deixo-vos, por agora e no areal, com as palavras de um grande escritor português.

“A grande originalidade não é dizer coisas novas mas ser novo diante das coisas velhas.”

(Vergílio Ferreira, escritor português, 1916 – 1996)

Dedicado a todos os caparicanos, residentes e amigos da Costa da Caparica.

https://euaosabordovento.wordpress.com/

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Hoti Hotéis gere Ever Caparica desde o Primavera Surf…

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O grupo Hoti Hotéis assumiu a gestão do hotel Ever Caparica – Beach & Conference na semana em que se efectuou o Caparica Primavera Surf Fest que decorreu entre 16 e 26 de Março de 2016. Esta unidade hoteleira na primeira linha da praia da Caparica tem 352 quartos distribuídos por 7 pisos, equipados com ar condicionado e TV via Satélite.

Miguel Proença, administrador do Grupo hoteleiro, afirmou: “A Hoti Hotéis está empenhada em potenciar o desenvolvimento do segmento dos hotéis de praia e vocacionados para a prática dos desportos náuticos“.

Em simultâneo com o festival e o inicio de gestão do hotel foi inaugurado no dia 26, o Museu do Surf num edifício contiguo à unidade hoteleira. O espaço expositivo pretende fazer jus à memória da modalidade em Portugal e reúne:

  • Pranchas antigas autografadas por campeões da modalidade;
  • Os primeiros fatos dos surfistas;
  • Fotos, vídeos e livros;
  • Quilhas e outras peças consideradas históricas.

O Grupo Hoti Hotéis nasceu em 1979 (mais de 36 anos de actividade) com 100% de capitais portugueses e é a 7ª cadeia hoteleira em Portugal, atrás do grupo Pestana, Vila Galé, Accorhotels, Tivoli, Sana e VIP. Na oferta de serviços a terceiros posiciona-se como o 2º maior.

O portefólio do grupo Hoti Hotéis integra presentemente as unidades Meliá (Braga, Madeira e Aveiro), Tryp (Lisboa Aeroporto, Oriente Lisboa, Castelo Branco, Leiria, Porto Expo e Porto Centro), Hotel da Música (quatro estrelas), Star Inn Porto (três estrelas), Soleil Peniche (três estrelas), e agora o Ever Caparica – Beach & Conference.

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Nova Loja! Maria Decor!

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Nova loja de decoração abre amanha, sexta-feira dia 1 de Abril 2016, no Centro Comercial “O Pescador”, um conceito diferente que espera por ti!
A Maria Decor é uma loja que vai levar o melhor dos produtos de decoração até sua casa!
Um conceito diferente que promete trazer muitas novidades além dos melhores produtos de decoração até si.A Maria Decor tem o objectivo de satisfazer todas as pessoas que nos escolham como a sua loja.

http://mariadecor.pt/

https://www.facebook.com/mariadecor.pt/

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KÁTIA AVEIRO MADRINHA DA MARCHA DA COSTA DE CAPARICA

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Este ano as festas dos Santos Populares vão contar com a participação de Kátia Aveiro. A irmã de CR7 revelou que vai ser a madrinha da marcha da Costa de Caparica, ao lado de Rúben da Cruz, e mostra-se entusiasmada com esta experiência. ” Aceitei logo com muito orgulho e honra. Poder partilhar estes momentos com os meus amigos torna tudo ainda mais especial”, exclamou no seu blogue, referindo-se ao DJ que entrou no reality show ‘A Quinta’. “E esta é só uma notícia entre muitas”, aguçou a curiosidade.

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